O vírus Zika, um flavivírus transmitido principalmente por mosquitos, se propagou pela América Latina, Caribe e sul dos Estados Unidos em 2015 e 2016, provocando uma emergência mundial devido a sua associação com malformações em fetos, particularmente a microcefalia.
Devido a gravidade da infecção, vários são os esforços de cientistas em todo o mundo para encontrar uma forma de preveni-la. Nessa busca, pesquisadores desenvolveram um coquetel de anticorpos promissor, que pode se tornar uma estratégia para o desenvolvimento da vacina contra o vírus Zika.
Um coquetel de três anticorpos mostrou-se capaz de prevenir a infecção causada pelo vírus Zika em primatas. A pesquisa pode passar para a etapa seguinte (de ensaios com humanos), anunciaram cientistas na última quarta-feira (11/10/2017).
“É uma intervenção promissora para prevenir e tratar uma infecção pelo vírus da zika durante a gravidez”, explicou David Watkins, professor da faculdade de medicina Miller da Universidade de Miami. “Gostaríamos de desenvolver esta associação de anticorpos e submetê-los a ensaios clínicos o quanto antes”, acrescentou.
Saiba mais a partir da notícia da Exame.