A brasileira Bárbara Minuzzi criou dois fundos para investir em negócios inovadores de biotecnologia e blockchain no Vale do Silício. Em dez, anos ela foi de vendedora de roupa a cofundadora de dois fundos de investimentos extremamente especializados. Juntos, a Babel Ventures e a Ausum Ventures, fundos focados respectivamente em startups de biotecnologia e blockchain, possuem 46 milhões de dólares captados.
Saiba mais sobre a interessante e empreendedora trajetória dela na reportagem da Exame.
A Babel Ventures é focada em startups de estágio inicial de biotecnologia, logo após a passagem por acelerações e incubações. A Babel também pode acompanhar esses investimentos em seus negócios futuros, um movimento conhecido como follow on. A cada trimestre, Minuzzi escolhe uma área específica para focar os investimentos. No trimestre passado e neste, a Babel Ventures focou em proteína limpa; anteriormente, olhou para cannabis e equipamentos médicos.
Com nove meses de operação, o fundo já investiu em 12 startups. Todo mês, o fundo recebe 70 a 200 inscrições de startups e 10% delas vão ao comitê de análise mais profunda do negócio. A maior parte dos investidores são brasileiros, mas Minuzzi deixa claro que se um empreendedor brasileiro preencher os requistos, ele recebera investimentos em sua startup.
A Ausum Ventures, fundo de de venture capital focado em blockchain, começou a operar em abril deste ano e já investiu em 13 startups do ramo, além de comprar tokens de outras 12 startups.
O que blockchain tem a ver com biotecnologia? Confira nesse texto.
Com menos de dois anos de operação, o retorno de ambos os fundos tem agradado os investidores – e, daqui para frente, as apostas da empreendedora e investidora brasileira só irão aumentar. Minuzzi espera aplicar 4 a 10 milhões de dólares em biotecnologia e 3 a 4 milhões de dólares em blockchain por ano, nos próximos quatro anos.
Confira a reportagem original no site da Exame.