Um levantamento da plataforma de negócios 100 Open Startups revelou que os grandes laboratórios farmacêuticos estão buscando, cada vez mais, parcerias com pequenas empresas de tecnologia, as startups. As parcerias visam a criação de novos fármacos, métodos de diagnóstico, nanotecnologia aplicada, entre outros produtos.
A empresa farmacêutica Libbs investiu cerca de R$ 5,7 milhões em uma parceria com a startup Pluricell Biotech. A pesquisa busca uma terapia celular regenerativa para doenças cardiovasculares, cujos estudos em humanos devem começar em 2026.
A multinacional Eurofarma também investe em áreas que não estejam no foco das grandes farmacêuticas. Dentre os investimentos, destaca-se a parceria com a Regenera, startup que pesquisa moléculas do mar que podem ser usadas na produção de antifúngicos e antibióticos. Outro exemplo é do laboratório Aché que está investindo, por meio da plataforma Bioprospecta, na pesquisa de novas moléculas da flora brasileira.
Esses são alguns exemplos de parcerias entre grandes laboratórios farmacêuticos e startups brasileiras que prometem impulsionar os projetos de inovação em diferentes áreas tecnológicas.
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